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Apoio à decisão em terapia intensiva

A IA que sugere conduta na UTI — e mostra exatamente por quê

O CritiAI reúne todo o histórico do paciente crítico em um registro único e apoia o intensivista com diagnósticos e condutas fundamentadas. Cada sugestão vem com os dados que a sustentam, os que a contradizem, o que está faltando e a referência que a embasa. Quem decide continua sendo o médico — sempre.

Ver como funciona no meu caso

Criado e validado clinicamente por um médico intensivista do HC-FMUSP e do InCor.

Leito 07 — evolução 24hSUGESTÃO DA IA
Injúria renal aguda — KDIGO 3
Tendência: piorandoConfiança 84%
+Creatinina 3,4 mg/dL (basal 0,9) · DU 0,2 ml/kg/h nas últimas 12 h
Sem hipercalemia crítica no último gasômetro
?Faltando: ureia das últimas 6 h
Condutas sugeridas
Acionar nefrologia · Suspender nefrotóxicos · Reavaliar indicação dialítica em 6 h
ValidarEditarRecusarVer justificativa
Referência: KDIGO 2012, seção 2.1 · versão da base 2026.07
Dr. Fábio Cavalcante de Assis, médico intensivista
Dr. Fábio Cavalcante de Assis
Médico intensivista · Dono do produto
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Quem está por trás

Não foi um time de software que decidiu como isso deveria funcionar

Foi um intensivista que passa plantão dentro da UTI.

Dr. Fábio Cavalcante de Assis é o dono do produto e responsável pela validação clínica de cada requisito do CritiAI — do conteúdo do exame físico à ordem em que a prescrição é montada.

Médico intensivista no Hospital das Clínicas da FMUSP e no Instituto do Coração (InCor-FMUSP)
Especialização em Terapia Intensiva Cardiológica pelo InCor-HCFMUSP
Título de Medicina de Emergência (ABRAMEDE/AMB)
Mestre em Ciências da Saúde (ESCS-DF) e Doutor em Ciências Médicas (FM-UnB)

Cada formulário, cada pergunta obrigatória e cada regra de segurança clínica do sistema passou pela mesa dele antes de virar código. É por isso que o CritiAI pergunta o que um intensivista realmente precisa saber na admissão — e não o que era mais fácil de programar.

O problema

O dado existe. Ele só nunca está todo no mesmo lugar

LaboratórioMonitorEnfermagemFisioterapia, no papel…e o raciocínio, na cabeça de quem saiu de plantão

O laboratório está num sistema. O monitor, em outro. A evolução da enfermagem, numa terceira tela. A anotação da fisioterapia, no papel. E o raciocínio que amarra tudo isso está na cabeça de quem estava de plantão ontem.

Aí o plantão vira. E o caso é reconstruído de memória, de novo, com o que deu para juntar em dez minutos.

O risco não está no dado errado — está no dado ausente que passa por normal.

Princípio do produto

A decisão é sua. Sempre foi, e o sistema é construído para provar isso

Nunca decide sozinho

A IA sugere; o médico valida, edita ou recusa. Nenhuma conduta é executada sem validação.

Nunca sugere sem explicar

Toda recomendação chega junto com o motivo, os dados usados, as limitações e a referência — sem precisar pedir.

Nunca preenche uma lacuna sozinho

Dado que falta é sinalizado como ausente, nunca assumido como normal.

Perguntas frequentes

As quatro dúvidas que aparecem antes de escolher um caminho

A IA vai prescrever no lugar do médico?

Não. Ela sugere um conjunto de condutas priorizadas, cada uma com justificativa e referência, e o médico valida, edita, recusa ou marca como já realizada — item por item. Nada é gerado como documento antes da validação. A responsabilidade clínica é integralmente do médico, e o sistema foi desenhado para que ele tenha condições reais de discordar.

Preciso trocar o prontuário eletrônico do hospital?

Não. O CritiAI convive com o que já existe. Os dados entram por importação de arquivos (PDF, imagem, texto e a exportação do prontuário de enfermagem que a instituição já usa). Integrações automáticas com laboratório, HIS e PACS entram no roadmap de cada cliente, após o mapeamento dos sistemas da casa.

Os dados dos meus pacientes vão para a nuvem?

Na plataforma hospitalar, não. Todos os componentes, inclusive o modelo de IA, rodam no servidor da própria instituição. A única exceção é o backup do banco, enviado criptografado. No CritiAI App, que é individual e roda na internet, nenhuma informação identificável de paciente é armazenada — nomes e dados que não contribuem para a conduta clínica são removidos antes de qualquer gravação.

O CritiAI está em conformidade com a LGPD e com as resoluções do CFM?

Sim, e essa exigência veio antes do código. A Resolução CFM nº 2.454/2026 determina que a decisão final sobre diagnóstico, tratamento e prognóstico seja sempre humana, com supervisão significativa e auditabilidade das propostas da IA — é exatamente como o CritiAI funciona: nada é executado sem validação médica explícita, toda sugestão exibe os dados, os critérios e a referência que a embasam, e todo o rastro fica registrado. Sob a LGPD, dado de saúde é dado sensível: na plataforma hospitalar ele nunca sai da rede da instituição, e no CritiAI App nenhuma informação identificável de paciente é armazenada. O prontuário eletrônico segue a Resolução CFM 1.821/2007.

Leve o CritiAI para o seu plantão

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