CritiAICritiAIPara hospitais e instituiçõesBlogContratar agora
Plataforma on-premise para UTI

Toda a sua UTI em um sistema. Nenhum dado saindo do seu hospital.

O CritiAI centraliza admissão, evolução, metas do dia, prescrição e alertas de reavaliação da sua unidade — com o modelo de IA rodando no seu próprio servidor, sem internet e sem enviar informação de paciente para fora da sua rede.

Contratar para a minha UTI
Dr. Fábio Cavalcante de Assis

Requisitos clínicos definidos e homologados por um intensivista do HC-FMUSP e do InCor.

Leito 12 — admissão · etapa 4 de 8SERVIDOR LOCAL
Renal e metabólico
Diurese nas últimas 24 h
640 mLENFERMAGEM
Creatinina
3,4 mg/dL↑ de 0,9IMPORTADO
Balanço hídrico acumulado
Ausente — não preenchido
Conflito entre fontes
Noradrenalina prescrita 0,20 · infundida 0,35 mcg/kg/min — duas versões preservadas, com horário e origem.
O problema

A sua UTI não tem falta de dado. Tem falta de um lugar só.

O laboratório em um sistema. O monitor em outro. A enfermagem em uma terceira tela, a fisioterapia no papel. Cada profissional reconstrói o mesmo paciente na própria cabeça, várias vezes ao dia.

O custo disso não aparece em nenhum relatório:

Tempo médico gasto transcrevendo

em vez de decidindo à beira do leito.

Passagem de plantão dependente de memória

o que não foi dito, não existe para quem assume.

Divergência silenciosa entre fontes

a dose prescrita não é a dose infundida, e ninguém percebe porque as duas nunca aparecem na mesma tela.

Ausência que vira normalidade

o campo em branco é lido como “sem alteração”.

Decisão que não se reconstrói depois

seis meses depois, ninguém consegue explicar com precisão o que se sabia sobre aquele paciente às três da manhã.

A solução

Um registro contínuo por internação — e uma IA que trabalha em cima dele

O CritiAI é o sistema da sua UTI: admissão, evolução, prescrição e alertas em um registro único e contínuo por paciente, acessível a intensivistas, enfermagem, outros médicos e administração — cada perfil com o nível de acesso adequado.

Sobre esse registro, o módulo de IA analisa o histórico completo, o estado atual e uma base de conhecimento médico para sugerir diagnósticos e condutas. Não é um chat genérico ligado ao prontuário: é um agente especializado em terapia intensiva, que só é acionado depois que existe uma avaliação clínica válida registrada.

E tudo isso acontece dentro da sua infraestrutura. O sistema funciona sem internet — precisa apenas da rede interna do hospital.

Como funciona

Do leito ao documento assinado, em quatro etapas

01
Admissão guiada

Uma tela por etapa, com exame físico estruturado por sistema — neurológico, respiratório, cardiovascular, TGI, renal/metabólico, hematológico/infeccioso e dispositivos. Paciente cirúrgico e pós-operatório de cirurgia cardíaca recebem automaticamente o formulário específico, sem repetir o que já foi perguntado.

02
A IA propõe

Cada hipótese diagnóstica vem com os dados que a sustentam, os que a contradizem, os que estão faltando, a tendência (novo, melhorando, estável, piorando, resolvido) e o grau de confiança.

03
O médico decide

Validar, editar, recusar, marcar como já realizada ou pedir a justificativa completa — item por item, sem precisar aceitar ou rejeitar o bloco inteiro. Discordar não trava o fluxo.

04
O documento nasce pronto

Admissão e prescrição são geradas automaticamente a partir do que foi validado, no formato de prontuário do seu hospital, prontas para revisão e impressão.

Benefícios

O que muda na rotina da unidade

A origem de cada dado fica visível
IMPORTADOEQUIPEMÉDICOGERADO PELA IA

Toda informação é marcada por cor conforme a origem. Quando duas fontes divergem — a dose prescrita e a dose infundida, por exemplo — o sistema mostra as duas versões, com horário e fonte, e sinaliza o conflito. Nunca escolhe uma em silêncio.

Na prática: o erro aparece na tela em vez de aparecer no paciente.

A evolução deixa de ser digitação

Dados de laboratório, imagem, enfermagem, fisioterapia e nutrição são atualizados automaticamente. Para cada sistema, a IA propõe piora, estabilidade ou melhora e pergunta apenas o que mudou nas últimas 24 horas.

Na prática: o intensivista revisa em vez de redigitar, e volta antes para o leito.

O plantão recebe o plano, não só o histórico

Validada a evolução, o sistema compila as metas do dia a partir dos diagnósticos e condutas aprovados: meta ventilatória e desmame, meta hemodinâmica, balanço hídrico e estratégia renal, antimicrobianos e controle de foco, sedação e mobilização, nutrição e glicemia, dispositivos a retirar, pendências de exame.

Na prática: a passagem de plantão para de depender de quem lembrou de contar o quê.

A prescrição sai conferida

Sempre na mesma sequência — dieta, antibiótico, sintomáticos, profilaxias, controle glicêmico e medidas específicas — e cada item é verificado antes de aparecer: dose, via, frequência, interações, duplicidades, alergias e necessidade de ajuste por função renal ou hepática. O sistema distingue três estados diferentes: o que a IA sugeriu, o que o médico validou e o que a enfermagem efetivamente administrou.

Na prática: a checagem que hoje mora na cabeça de alguém vira etapa do processo.

O paciente que piorou não espera a próxima visita

O intervalo de reavaliação é definido pela gravidade e configurável por instituição, com sobrescrita individual por paciente. O sistema revisa os dados a cada seis horas, mas alterações críticas geram alerta imediato, sem esperar o ciclo. Alertas relacionados são agrupados e não se repetem sem mudança de contexto.

Na prática: alerta que a equipe ainda lê, porque não virou ruído.

Toda decisão é reconstruível

Para cada recomendação, ficam registrados a fonte e o horário dos dados usados, a versão do modelo, a sugestão apresentada, a justificativa e a evidência vinculada, quem revisou e o que decidiu. Nenhum dado é apagado de verdade: a exclusão é lógica e o histórico é preservado.

Na prática: em auditoria, discussão de caso ou processo, é possível mostrar o que o sistema viu, o que sugeriu e o que o médico decidiu — com data e hora.

Segurança e infraestrutura

On-premise não é uma opção de configuração. É a arquitetura.

Nesta decisão, TI e jurídico têm poder de veto. Então a resposta vem antes da pergunta.

Tudo roda no seu servidor, inclusive o modelo de IA. Nenhum dado clínico trafega para servidores externos.

Funciona sem internet, por design. O sistema depende apenas da rede interna do hospital.

Acesso só pelo navegador, em computador, tablet ou celular. Nada a instalar em cada máquina.

Isolamento total entre instituições e controle de acesso por perfil: intensivista com acesso completo; outros médicos, enfermagem e administração apenas com visualização.

Disponibilidade 24/7 e deploys sem downtime — UTI não tem janela de manutenção.

Conformidade

A regra mudou em agosto. O CritiAI já nasceu do lado certo dela.

A Resolução CFM nº 2.454/2026 disciplina o uso de inteligência artificial na prática médica e fixa um limite inegociável: a decisão final sobre diagnóstico, tratamento e prognóstico é sempre humana. Mais do que isso, exige supervisão humana significativa — o médico precisa ter condições reais de discordar da máquina, o que inclui auditabilidade das propostas da IA.

A maior parte das ferramentas de IA clínica vai ter que ser adaptada para atender a isso. O CritiAI foi especificado dessa forma desde o primeiro requisito:

Nenhuma conduta é executada sem validação médica explícita.
Toda sugestão exibe, sem que ninguém precise pedir, por que está sendo feita, quais dados do paciente foram usados, qual critério ou diretriz a sustenta, quais limitações existem e qual é a referência completa, com versão e data.
A sugestão da IA fica sempre visualmente distinta da decisão validada pelo médico.
Todo o rastro — o que a IA viu, o que sugeriu, o que o médico fez — é armazenado e reconstruível.

Some-se a isso a LGPD, com dado de saúde tratado como sensível, e a Resolução CFM 1.821/2007 sobre prontuário eletrônico.

Falar com a nossa equipe sobre a minha UTI
Modelo comercial

Duas formas de contratar, e uma decisão que ainda cabe a você

Por máquina

Cobrança por máquina conectada à plataforma. Faz sentido para unidades que querem começar em um número controlado de pontos.

Ilimitado

Valor fixo, com usuários e máquinas sem limite. Faz sentido para quem já vai levar o sistema para a unidade inteira.

A implantação é acompanhada pela nossa equipe, do primeiro dia ao go-live

O sistema já está pronto — o que se configura é o encaixe dele na sua unidade: formato dos documentos ajustado ao padrão de prontuário da casa, intervalos de reavaliação definidos junto com a coordenação, perfis de acesso por função e homologação em ambiente de teste com casos de uso da sua equipe.

Os critérios de aprovação para o go-live são acordados antes de começar, com a sua coordenação e o seu time de TI.

Objeções

As sete perguntas que aparecem na primeira reunião

Vamos ter que abandonar o nosso prontuário eletrônico?

Não. O CritiAI convive com os sistemas atuais. Os dados entram por importação de arquivos — PDF, imagem, texto — e pela exportação do prontuário eletrônico de enfermagem que a instituição já usa; a IA lê o arquivo e preenche os campos correspondentes. Integrações automáticas por API com laboratório, HIS e PACS entram no roadmap de cada cliente, após o mapeamento dos sistemas da casa.

E se a IA errar?

Ela vai errar em algum momento, como qualquer ferramenta de apoio — e o sistema é construído partindo disso. A sugestão nunca vira conduta sozinha: o médico valida, edita ou recusa cada item, com motivos padronizados de recusa quando quiser registrar. Recusar não trava o fluxo nem é interpretado como erro do médico, e não altera a regra clínica do sistema sem processo formal de validação. Toda sugestão vem com os dados que a contradizem e com o que está faltando, justamente para que a discordância seja fácil.

Quanto tempo a equipe leva para aprender?

A interface é em português, funciona em computador, tablet e celular pelo navegador, e a admissão é apresentada uma etapa por tela — o médico nunca vê um formulário gigante de uma vez. Perguntas condicionais só aparecem quando a resposta anterior as torna aplicáveis.

O sistema para se a internet cair?

Não, porque ele não depende de internet. O CritiAI precisa apenas da rede interna do hospital. A disponibilidade dessa rede é responsabilidade da infraestrutura da instituição.

Como fica a responsabilidade legal pela conduta?

Integralmente do médico. A IA tem papel exclusivamente consultivo e nunca executa uma conduta por conta própria — em linha com o que o CFM determina. O que o sistema faz é garantir que essa responsabilidade seja exercível na prática: justificativa completa em toda sugestão e registro auditável de cada decisão.

Precisamos migrar o histórico dos pacientes atuais?

Não há migração automática de sistemas anteriores — o CritiAI começa do zero. O histórico prévio relevante é inserido no momento do cadastro do paciente.

Dá para testar antes de decidir?

Sim. A homologação é feita em ambiente de teste, acompanhada pela nossa equipe, com casos de uso definidos junto com a sua equipe. Os critérios de aprovação para o go-live são acordados durante esse período.

Conte como é a sua UTI e receba uma proposta

Não é um formulário que cai em uma fila. A mensagem chega direto no WhatsApp da nossa equipe, que responde com o modelo de contratação que faz sentido para o seu tamanho de unidade.

Sem compromisso e sem apresentação comercial genérica — a primeira conversa é sobre a sua unidade.